Val Thorens destaca-se por ser a montanha mais alta do complexo Les 3 Vallées. Isso quer dizer que a neve chega sempre primeiro ali e, ainda, que ela é a última estação a fechar na temporada de inverno. Além de ser inteiramente ski-in/ ski-out, isto é, em todas as portas que dão para a rua, há garantia de neve fofa no chão de novembro a maio, para que os esportistas já possam sair esquiando de cada lugar.
Val D’Isère forma uma das maiores áreas esquiáveis da França, além de ser considerada uma das estações mais bonitas de toda a Europa – localizada na Espace Killy, tem mais de 300 quilômetros de pistas para todos os níveis. Unindo o charme dos Alpes em seu vilarejo – que está a 1.850 metros de altitude e é o mais alto do continente – com a excelente qualidade da sua neve, ideal para os fãs dos esportes de inverno, a estação concentra desafios para esquiadores iniciantes e experts.
Destino perfeito para quem busca por aventura, Utah é mais do que um dos estados americanos, é também dono de cenários inspiradores. Tomado por uma imensidão desértica, formada por inúmeros cânions em tons vermelhos por conta do arenito, tem atrativos diversos: dos parques nacionais na região, com destaque para o de Zion e Bryce Canyon, às montanhas no condado de Wasatch, além de cidades como Salt Lake City e Park City.
Ushuaia é a capital da província Terra de Fogo, considerada por Charles Darwin a cidade mais austral do mundo. Além da deslumbrante paisagem, composta pelo mar, bosques, geleiras e montanhas, oferece uma extensa variedade de atividades. Durante o verão, é possível praticar cavalgadas, pescaria e montanhismo. No inverno, ski é um dos principais atrativos, com estações a apenas 15 minutos da cidade.
Explore vinícolas renomadas, cidades encantadoras e paisagens inesquecíveis.
Vizinha da Toscana, essa região italiana é também conhecida como o “coração verde” ou “pulmão da Itália” graças às densas florestas e bosques verdejantes que estampas os seus cartões-postais mais bonitos. O destino também chama atenção com suas cidades medievais, onde tesouros artísticos, culturais e históricos podem ser apreciados pelos visitantes inclusive na arquitetura – os estilos medieval e renascentista estão sempre presentes nas construções históricas do centro antigo.